quarta-feira, 5 de junho de 2013

Achei fantástica a entrevista feita por Nathália Butti ao Ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, publicada na Revista Veja desta semana (edição 2324 - ano 46 - nº 23 - 05/06/013. Vale a pena ler. Olha só o que ele afirma: "É ingênuo achar que o estudante descobrirá tudo por si mesmo e ao seu ritmo. Quem de bom-senso tem dúvida de que, se a criança puder esperar a hora que bem lhe apetecer para mergulhar num assunto, talvez isso nunca aconteça?"
Creio que vale apena ler na íntegra.

Para refletir e agir, final "Atitude é tudo!"


terça-feira, 4 de junho de 2013

Olá! Seja bem vindo!


Este Blog é um convite ao exercício da leitura e escrita;  idealizado por  um grupo de professoras em busca de aprimoramento da competência leitora e escritora, para uma proficiência maior enquanto educadores,  participantes  do  curso  “Melhor Gestão, Melhor Ensino”  da  Escola de Formação da SEE –SP;   tem como objetivo favorecer uma reflexão da importância da leitura e escrita no processo de formação do ser humano.  Acreditamos que a ação da leitura e escrita na edificação do conhecimento e na humanização do ser é notória, portanto conhecer/entender é renovar/reescrever e  renovar / reescrever a realidade é conferir a veracidade dos fatos...é  inventar; reinventar o mundo, denunciá-lo com palavras e gestos, como diz Freire, (1994, p. 20).  “[...] a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele”. (Léo Bragato)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ler e escrever....se aprende...

Meu depoimento sobre leitura e escrita...


Reminiscências!!!! Como é bom nos lembrarmos de situações e fatos que nos fazem melhores.
Falar sobre minhas vivências de leitura não é difícil, é prazeroso!!! Lembro-me claramente de meu pai fazendo seu orçamento financeiro e dedicando uma partezinha para comprar livros dos livreiros que pelas casas passavam oferecendo suas mercadorias. Percebia que para meu pai, que era ignorante em relação ao ato de ler e escrever, fazer este investimento era muito importante e sendo eu a mais velha e já gostando de decifrar as letras juntando e fazendo minhas leituras, fazia de meu pai uma pessoa feliz. Eu continuava e aproveitava bem este investimento. Li trechos de enciclopédias, li textos de Monteiro Lobato, li as estórias infantis que vinham em grandes livros. E meu pai ficava cada dia mais feliz com minha atuação. Fazer meus pais felizes era bom, era uma atitude que me fazia bem...mas mal sabiam eles que eu ficava cada dia mais sabida. Foi assim que começou meu contato com a leitura. Adolescendo, comecei a frequentar a casa de uma tia costureira que comprava muito mais livros que meus pais. Ali ia ajudá-la a pregar botões e fazer barras em roupas só para ter o prazer de ler os livros que ela comprava para seu filho único. Terminava o serviço rapidinho para me deliciar com estórias que eu ainda não conhecia. Fui ganhando espaço e podia ler, depois deste meu primo, obras que hoje quase não vejo as pessoas procurarem. De ler a escrever foi um pulo. Foi muito rápido, embora, lançar as ideias no papel não fosse fácil, pois eu era muito tímida e na época meus professores não incentivassem muito a ousadia de criar. Que tempo bom! Que reminiscências boas em relação ao ato de ler e escrever.